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Primeira prévia de setembro do IGPM registra inflação de 1,02%

10/09/2013


O Índice Geral de Preços-Mercado (IGPM) registrou inflação de 1,02% na primeira prévia de setembro, taxa superior ao 0,13% da primeira prévia de agosto. O índice, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e usado no reajuste de contratos de aluguel, acumula taxas de 3,2% no ano e 3,9% em 12 meses.
A alta foi puxada pelo preço no atacado, medido pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), e no varejo, calculado pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC). A taxa no atacado passou de 0,15% em agosto para 1,42% em setembro. O IPC, que havia registrado deflação (queda de preços) de 0,04% em agosto, teve inflação de 0,2% em setembro.
O terceiro subíndice que compõe o IGP-M, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), registrou, na prévia de setembro, a mesma taxa da prévia de agosto: 0,33%. A primeira prévia do IGP-M foi calculada com base em preços coletados entre os dias 21 e 31 de agosto.

Fonte: Agência Brasil


O PIB (Produto Interno Bruto) é a soma de todos os bens e serviços produzidos em um país durante certo período. Isso inclui do pãozinho até o apartamento de luxo. 

O índice só considera os bens e serviços finais, de modo a não calcular a mesma coisa duas vezes. A matéria-prima usada na fabricação não é levada em conta. No caso de um pão, a farinha de trigo usada não entra na contabilidade.
Para quem acompanha o mercado e a bolsa de valores, uma das variáveis econômicas mais citadas em jornais e conversas sobre economia é o PIB (Produto Interno  Bruto).
Quando temos que descrever o que faz o estudo da ciência econômica, talvez PIB seja a primeira palavra que nos vem à cabeça. Fazê-lo crescer parece ser o objetivo final de todos os governos ao redor do mundo.
Mas afinal, o que é PIB e por que ele é tão importante?

1. Entendendo o PIB

Se você ainda é iniciante na bolsa de valores, a definição formal do PIB pode parecer algo complicado, mas não se assuste, é mais fácil do que você imagina:
Produto Interno Bruto é uma medida agregada de fluxo.
  • Medida Agregada porque mede a renda total obtida por todos os membros da economia.
  • De Fluxo pois é uma medida para um determinado período no tempo (semestre, ano, etc.).
E outras palavras (mais compreensíveis):
O PIB agrega todos os bens e serviços produzidos em um determinado período de tempo em um dado país.
É importante frisar que só são computados no PIB os bens finais produzidos no país, pelo simples motivo de que estaríamos incorrendo em dupla contagem se contássemos um bem intermediário e o bem final no qual esse último foi utilizado, já que o bem intermediário já esta embutido no preço do bem final.

2. Como o PIB é calculado

No Brasil o PIB é calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Você pode acompanhar os resultados e divulgações trimestrais do PIB aqui.
Para agregar todos esses itens são utilizados seus preços de mercado, de forma que uma unidade de um item mais caro contribui mais para o PIB do que a mesma unidade de um item mais barato.

a. Contar Despesas ou Renda?

O PIB mede tanto a renda total, como as despesas com bens e serviços produzidos em país, em um determinado período.
Essas diferentes óticas são equivalentes porque toda compra requer uma venda: se um artigo é comprado por R$1,00, obrigatoriamente o vendedor obteve R$1,00 de renda.
Assim, se for contabilizado pelo lado da produção (despesas), o PIB será a soma do valor dos bens e serviços finais produzidos em uma economia em um dado período, como foi dito acima, ou também a soma dos valores adicionados na economia neste mesmo período.
Se for contabilizado pelo lado da renda, o PIB será a soma das rendas em um determinado período.

b. Soma das Despesas

Por ser mias fácil de mesurar, em geral o Produto Interno Bruto é médio pelo lado das despesas e assume a seguinte identidade:
PIB (Y) é igual aos gastos com consumo (C), gastos com investimento (I), gastos do governo (G) e exportações líquidas (EL), o que equivale à:
Y = C + I + G + EL
O Consumo (C) é a soma de bens e serviços adquiridos pelas pessoas residentes no país:
Pode ser tanto consumo de bens duráveis (mercadorias que podem ser armazenadas e tem uma vida útil de pelo menos três anos), como consumo de bens não duráveis (mercadorias que podem ser armazenadas e tem uma vida útil inferior a três anos) ou até consumo de serviços (mercadorias que não podem ser armazenadas, que devem ser consumidas na hora da compra).
Obs: Trabalhos domésticos não são contabilizados no PIB.
Os Investimentos (I) são compostos pelos investimentos não residenciais:
Compra de novos bens de capital pela empresa, como instalações, equipamentos, programas de computador e até mesmo a aquisição de casas ou apartamentos novos pelas famílias.
Os Gastos do Governo (G) são compostos pela compra de bens e serviços mais a remuneração dos funcionários públicos.
Nesse item não é computado os gastos com transferências e nem pagamento de juros sobre a dívida pública.
As Exportações Líquidas (EL) são as exportações de um país menos as importações, ou seja, o dinheiro gerado no comércio exterior que fica no país.
É o valor total das exportações, menos o valor total das importações, o que mede a riqueza que efetivamente ficou no país.

3. Entendendo as Variações no PIB

Quando o PIB varia, dois fatores podem estar ocasionando tal fenômeno:
  1. Os preços vigentes de mercado estão variando, (inflação ou deflação)
  2. A economia como um todo está produzindo uma quantidade maior, ou menor, de produtos (crescimento real)
Como você deve imaginar o segundo efeito é o que é realmente importante para um país, já que mede o quanto realmente a economia cresceu ou diminuiu.
Para captar apenas este segundo efeito, os economistas calculam o PIB real, no qual os preços utilizados são os preços fixos de um ano-base escolhido, diferentemente do PIB nominal, que é calculado com preços correntes.

Por que medir o PIB real?

Imagine uma família com renda igual a R$10,00:
Se uma maça custa R$5,00 ela pode comprar duas maças.
Se o preço da maça sobe para R$10,00 ela pode comprar uma maça.
Sua renda é igual, mas seu poder de compra diminuiu e por isso os economistas dão mais importância ao PIB real. Isso ajuda a entender porque os governos e banco centrais se preocupam em manter os preços sob controle, utilizando como política monetária a taxa de juros para controlar a inflação.

4. Por que medir o PIB é importante?

O PIB é uma variável de grande importância porque representa uma medida do nível de bem estar de uma determinada sociedade.
Mais precisamente o PIB per capita (PIB dividido pelo número de habitantes do país) faz esse papel, já que representa o nível de renda médio por habitante em um dado país.
A variável em questão pode até ser uma aproximação um tanto quanto falha do nível de bem estar de uma sociedade, uma vez que não considera concentração de renda, níveis de poluição, condições de trabalho, condições de lazer, etc. Porém, não é uma variável de todo rejeitável.
Uma família com renda per capita alta, mas que passa horas presa no trânsito, respira altos níveis de poluição e não tem tempo de lazer juntos, não é a imagem típica de uma família feliz. Porém, uma família com mais dinheiro tem melhores condições de saúde, lazer, educação e menos preocupações com a sobrevivência material de seus integrantes do que uma família que vive na extrema pobreza.
Não seria uma afirmativa forte dizer que, em média, um cidadão americano tem um nível de bem estar mais alto do que um cidadão somali.
Assim, o PIB não deixa de ser uma variável muito útil para economistas, formuladores de políticas públicas, jornalistas, etc.

5. E o mercado de ações?

Já no mercado de ações, o PIB é o primeiro indicador econômico que os investidores estrangeiros costuma olhar antes de decidir em qual país investir.
Quando um país apresenta PIB crescente, há maiores possibilidade de que as empresas situadas naquela economia (sejam grandes ou small caps) também tenha maior expansão, boas perspectivas de vendas, investimentos e lucro.
Já uma economia que apresenta severas quedas no PIB em um determinado ano, provavelmente apresenta empresas com pobres perspectivas de lucro, o que pode ser um sinal vermelho para o investidor que está analisando como investir seu dinheiro.

Fonte: Economia Uol e Bussola do Investidor



Economia brasileira cresce 1,5% no 2º trimestre, diz IBGE

É o melhor resultado desde o 1º tri de 2010, quando alta foi de 2%.
Agropecuária, contrução civil e investimentos foram destaques de alta.

A economia brasileira cresceu 1,5% no segundo trimestre deste ano, na comparação com os três meses anteriores, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, o PIB em valores correntes alcançou R$ 1,2 trilhão no segundo trimestre.  É o melhor resultado neste tipo de comparação desde primeiro trimestre de 2010, quando a alta foi 2%. No primeiro trimestre de 2013, o crescimento foi de0,6%.
evolução PIB (Foto: Editoria de Arte/G1)
O destaque neste segundo trimestre foi para agropecuária, com crescimento de 3,9% ante o primeiro, seguida por indústria, com alta de 2%, e serviços, com alta 0,8%. 
O IBGEx revisou resultados de trimestres de 2012. A alta do segundo trimestre foi reduzida de 0,3% para 0,1% e a do quarto, elevada de 0,6% para 0,8%.
Na comparação com o segundo trimestre de 2012, o PIB cresceu 3,3%. Nesse caso, a alta na agropecuária foi de 13%, seguida por indústria, com aumento de 2,8%, e serviços, com alta de 2,4%, diz o IBGE.
No primeiro semestre do ano, a expansão foi de 2,6% em relação a igual período de 2012. No acumulado em 12 meses, o crescimento foi de 1,9% em relação aos 12 meses imediatamente anteriores.
Construção e investimentos em alta
No segundo trimestre na comparação com o primeiro, todos os subsetores que formam a indústria apresentaram resultados positivos, com destaque para o desempenho da construção civil, que cresceu 3,8% - a maior expansão desde o segundo trimestre de 2010, quando foi de 4%.

A indústria de transformação apresentou crescimento de 1,7%, seguida pela extrativa mineral (1%) e por eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (0,8%).
O investimento, denominado no PIB como formação bruta de capital fixo, teve alta de 3,6%. Apesar da expansão, houve desaceleração sobre o crescimento de 4,7% do trimestre anterior.
Dentro de serviços, o subsetor comércio é destaque, com alta de 1,7%. Demais atividades também cresceram no péríodo: intermediação financeira e seguros (1,1%), transporte, armazenagem e correio (1,0%), serviços de informação (0,9%), outros serviços (0,7%) e atividades imobiliárias e aluguel (0,7%). O subsetor de administração, saúde e educação pública manteve-se praticamente estável, com variação positiva de 0,1%.
Gráfico PIB setores (Foto: Editoria de Arte/G1)
Gráfico PIB demanda (Foto: Editoria de Arte/G1)
A despesa de consumo das famílias e a despesa de consumo da administração pública apresentaram crescimento de 0,3% e 0,5%, respectivamente, no período.
Com relação ao setor externo, as exportações de bens e serviços cresceram 6,9% e as importações aumentaram em menor ritmo: 0,6%.
Resultado supera 'prévia'
O resultado do PIB veio bastante acima do previsto por meio do indicador conhecido como "prévia do PIB", do Banco Central. A instituição havia divulgado, no último dia 15, que a atividade econômica do país tinha subido 0,89% na comparação com os três meses anteriores. O resultado, porém, é do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), indicador que não é o oficial do PIB e foi criado para tentar ser um "antecedente" do resultado.
'Nuvem cinza se dissipa'
Na noite de quinta-feira (29), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a nuvem cinza colocada sobre o país começa a se dissipar por conta da retomada do crescimento e da redução da inflação.
“A redução da inflação, a retomada do crescimento, tudo isso começa a dissipar essa nuvem cinza que foi colocada sobre o nosso país. Temos de trabalhar para que a confiança aumente cada vez mais e seguir nessa trajetória rumo ao crescimento sustentável”, disse, durante participação de evento da revista "IstoÉ Dinheiro", em São Paulo.
Mantega disse que a expectativa de crescimento para este ano foi reduzida de 3% para 2,5%. Já a previsão de PIB para 2014 foi revisada de 4,5% para 4%.
.Fonte: G1


Dólar mantém trajetória de


queda nesta quinta-feira


Na véspera, moeda fechou cotada a R$ 2,348 na venda, queda de 0,86%. Banco Central segue fazendo intervenções diárias no mercado de câmbio.


O dólar comercial opera em queda nesta quinta feira (29), mantendo a direção vista nos últimos dois fechamentos. 

Perto das 9h20 (horário de Brasília), a moeda norte-americana recuava 0,16%, cotada a R$ 2,3442 para a venda. 
Nesta quinta-feira, o Banco Central realizará mais uma etapa de seu programa de intervenções diárias no mercado de câmbio. Serão ofertados 10 mil contratos de swap cambial tradicional – operação que equivale à venda de dólares no mercado futuro – com vencimento em 2 de dezembro
Segundo o BC, o programa, que foi anunciado na semana passada com o potencial de US$ 60 bilhões, tem o objetivo de "prover hedge (proteção) cambial aos agentes econômicos e liquidez ao mercado", por meio de swaps cambiais tradicionais e leilões de linha até, pelo menos, 31 de dezembro.
Na véspera, o dólar fechou cotado a R$ 2,348 para a venda, queda de 0,86% ante o real.
Na quarta-feira, o resultado do fluxo cambial mostrou estar havendo saída de recursos no acumulado do mês, puxado pela conta comercial. Na semana passada, houve saída de US$ 2,470 bilhões, dos quais US$ 1,585 bilhão da conta comercial e US$ 884 milhões da conta financeira.
Fonte: G1

BC vende quase US$ 500 milhões no mercado futuro, seguindo a programação diária

29/08/2013 - 10h14
Brasília – Mais US$ 498,2 milhões foram vendidos pelo Banco Central (BC) no mercado futuro, no leilão de hoje (29) de swap cambial. A operação faz parte da estratégia do BC, anunciada no último dia 22, de programar leilões diariamente, pelo menos até dezembro. O vencimento da operação de hoje será dia 2 de dezembro de 2013.
O objetivo é promover hedge (proteção a risco) cambial aos agentes econômicos e liquidez (dólares disponíveis). Pela programação do BC, de segunda a quinta-feira serão feitos leilões de swap cambial, com oferta de cerca de US$ 500 milhões por dia. Às sextas-feiras, será oferecido ao mercado crédito de até US$ 1 bilhão, por meio dos leilões de venda com compromisso de recompra.
Desde o fim de maio, o sistema financeiro global enfrenta turbulências por causa da perspectiva de que o Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos, reduza os estímulos monetários para a maior economia do planeta. Com menos dólares em circulação, a cotação da moeda norte-americana fica mais alta em todo o mundo.
A instabilidade agravou-se na semana passada, quando foi divulgada a ata da reunião de julho do Fed. No documento, os diretores do Banco Central americano não estipularam uma data, mas confirmaram que pretendem acabar com as injeções mensais de dólares até meados do próximo ano.

Fonte: Agência Brasil

Copom sobe juro pela quarta vez 



seguida e taxa básica vai a 9% a.a 

Objetivo da autoridade monetária é tentar conter as pressões inflacionárias.
Alta do dólar, segundo economistas, impacta os preços para cima.


O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu  nesta quarta-feira (28), de forma unânime, elevar a taxa básica de juros da economia de 8,5% para 9% ao ano. Esse foi o quarto aumento consecutivo na taxa Selic, que vem subindo desde abril deste ano, o que levou os juros ao maior nível desde março de 2012 – quando estavam em 9,75% ao ano.
Com o aumento de 0,5 ponto nos juros básicos da economia, o Copom também confirmou a aposta consensual dos economistas do mercado financeiro. Os analistas projetam ainda mais uma elevação neste ano para a taxa de juros, em outubro, que, segundo suas estimativas, deverá fechar 2013 em 9,50% ao ano. Alguns economistas já preveem, porém, que os juros podem chegar a 10% ao ano nos próximos meses.
Explicação
Ao fim do encontro, foi divulgada a seguinte frase: "Dando prosseguimento ao ajuste da taxa básica de juros, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic para 9,00% ao ano, sem viés. O Comitê avalia que essa decisão contribuirá para colocar a inflação em declínio e assegurar que essa tendência persista no próximo ano". Trata-se da mesma explicação da reunião do Copom de julho.
Gráfico Copom 9% (Foto: Editoria de Arte/G1)
Poupança volta a render mais de 6,17% ao ano
Com a nova alta, a caderneta de poupança voltará a render 6,17% ao ano, independentemente da variação da Taxa Referencial (TR). Isso acontece porque os juros básicos da economia brasileira, fixados pelo Banco Central, avançaram para 9% ao ano.
Poupança com Selic a 9% (Foto: Arte/G1)
Até então, com a Selic em 8,5% ao ano, o rendimento da caderneta de poupança, para as "novas aplicações", estava em 5,95% ao ano, mais a variação da taxa referencial – que está em zero ou pouco acima disso (rendendo, somente para alguns vencimentos, 6,17% ao ano).
Em maio do ano passado, o governo mudou as regras de remuneração da poupança. O rendimento passou a ser atrelado aos juros básicos da economia, rendendo 70% da aplicação, mais a Taxa Referencial, quando a taxa básica fixada pelo Banco Central estiver igual ou abaixo de 8,5% ao ano. Isso para aplicações feitas de 4 de maio de 2012 em diante (nova poupança).

Metas de inflação
Pelo sistema de metas que vigora no Brasil, o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas, tendo por base o IPCA. Ao subir os juros, o BC atua para controlar a inflação e, ao baixá-los, julga, teoricamente, que a inflação está compatível com a meta. Para 2013 e 2014, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Deste modo, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. Entretanto, o próprio Banco Central previu, no relatório de inflação divulgado no fim de junho, um IPCA próximo de 6% neste ano. Os dados mostram que a instituição manteve a taxa básica de juros inalterada na mínima histórica, em 7,25% ao ano desde outubro do ano passado, elevando-a somente em abril, mesmo com a deterioração do cenário de inflação registrado no primeiro trimestre deste ano. Em doze meses até julho, o IPCA somou 6,27%.

Fonte: G1

Brasil tem mais de 200 milhões de habitantes, segundo IBGE

29/08/2013 
A população estimada do Brasil é 201.032.714 habitantes, pelos dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referentes a junho deste ano. De acordo com o levantamento, há 7.085.828 habitantes a mais do que o registrado em julho de 2012. Os dados foram publicados hoje (29) no Diário Oficial da União.
São Paulo é o estado mais populoso com 43,6 milhões de habitantes, seguido por Minas Gerais com 20,5 milhões de residentes e Rio de Janeiro com 16,3 milhões de pessoas que declaram moradoras da região.
A Bahia registra 15 milhões de habitantes, o Rio Grande do Sul 11,1 milhões e o Paraná, 10,9 milhões de residentes. Em seguida aparecem Pernambuco com 9,21 milhões de habitantes, Ceará com 8,78 milhões, Pará com 7,97 milhões, Maranhão com 6,79 milhões, Santa Catarina com 6,63 milhões e Goiás com 6,43 milhões.
Com menos de 5 milhões de habitantes, estão Paraíba (3,91 milhões), Espírito Santo (3,84 milhões), Amazonas (3,81 milhões), Rio Grande do Norte (3,37 milhões), Alagoas (3,3 milhões), Piauí (3,18 milhões), Mato Grosso (3,18 milhões), Distrito Federal (2,79 milhões), Mato Grosso do Sul (2,59 milhões), Sergipe (2,19 milhões), Rondônia (1,73 milhão) e Tocantins (1,48 milhão).
A Região Norte, tem três estados com menos de 1 milhão de habitantes. Roraima é o menos populoso, com 488 mil habitantes. O Acre tem 776,5 mil habitantes e o Amapá, 735 mil.
Veja abaixo a população de cada unidade da Federação:

Unidade da Federação

População

Rondônia
1.728.214
Acre
776.463
Amazonas
3.807.923
Roraima
488.072
Pará
7.969.655
Amapá
734.995
Tocantins
1.478.163
Maranhão
6.794.298
Piauí
3.184.165
Ceará
8.778.575
Rio Grande do Norte
3.373.960
Paraíba
3.914.418
Pernambuco
9.208.551
Alagoas
3.300.938
Sergipe
2.195.662
Bahia
15.044.127
Minas Gerais
20.593.366
Espírito Santo
3.839.363
Rio de Janeiro
16.369.178
São Paulo
43.663.672
Paraná
10.997.462
Santa Catarina
6.634.250
Rio Grande do Sul
11.164.050
Mato Grosso do Sul
2.587.267
Mato Grosso
3.182.114
Goiás
6.434.052
Distrito Federal
2.789.761

Total

201.032.714



Fonte: Agência Brasil